contém spoilers Hamnet é a nova longa-metragem de Chloé Zhao, coescrita por si e Maggie O’Farrell, autora do livro homónimo. A história acompanha Agnes (Jessie Buckley) e o seu marido William Shakespeare (Paul Mescal) desde o início do seu relacionamento até como eles lidam com o luto, após a perda de seu filho Hamnet (Jacobi… Continue lendo “Hamnet”: o poder da boa performance
Etiqueta: Joana Moretti
“Die My Love”: o conto preventivo sobre maternidade
Die My Love chega às salas de cinema portuguesas nesta quinta-feira, após uma curta aparição na última edição do Festival LEFFEST. A realizadora Lynne Ramsay adapta o romance argentino de mesmo nome de Ariana Harwicz, graças a ninguém menos do que Martin Scorsese. Depois do sucesso de mother! (2017), Scorsese, ao ler o romance, mandou-o… Continue lendo “Die My Love”: o conto preventivo sobre maternidade
“Wicked: For Good” – o triunfante retorno a Oz
*contém spoilers ligeiros* Depois de um ano de espera, a tão aguardada segunda parte de Wicked (2024), a prequela do mundo do The Wizard of Oz (1939), que acompanha as origens da infame Bruxa Má do Oeste, chega aos cinemas portugueses nesta quinta-feira em Wicked: For Good. E como que por uma força maior, dois… Continue lendo “Wicked: For Good” – o triunfante retorno a Oz
Meu Terror Pessoal — Os oito terrores mais medíocres
ESSE MESMO QUE ESTÃO A PENSAR (????), Aquele realizador por quem têm um ódio de estimação. O terror em geral não é um género pelo qual tenha qualquer simpatia, com muito poucas exceções. Por isso, quando desafiado a escrever para este artigo, a minha escolha acabou por ser fácil. Apelo à vossa imaginação. Utilizem este… Continue lendo Meu Terror Pessoal — Os oito terrores mais medíocres
“Eddington”: o não tão grandioso neo-western americano
Para a infelicidade de fãs do Ari Aster, a sua nova longa, Eddington, não é páreo para projetos anteriores, os fantásticos filmes Hereditary (2018) e Midsommar (2019). Este novo filme é uma falha tentativa de neo-western, com um humor negro e indícios de um thriller. Neste filme, somos transportados para Eddington, Novo México, em plena… Continue lendo “Eddington”: o não tão grandioso neo-western americano
“Nobody 2”: a brincadeira agora é no parque de diversões
Toda vez que uma continuação é anunciada, tenho a amedrontadora sensação de que teremos mais uma manifestação da maldição das continuações: os sucessores não atingem as expectativas, são pouco originais ou há uma alteração na equipa por trás, trazendo um projeto completamente desconectado do antecessor — como foi o caso de Alien 3 (1992), por… Continue lendo “Nobody 2”: a brincadeira agora é no parque de diversões
“Superman” (2025): a esperança de um futuro melhor para a DC
O Superman pode ser um alienígena, mas está longe de ser um desconhecido. Com a sua origem em banda desenhada nos anos trinta, as suas adaptações para os pequenos e grandes ecrãs preenchem uma grande lista. Esta nova versão inicia-se após a sua primeira derrota, três anos depois de assumir o manto. Acompanha-o ao conciliar… Continue lendo “Superman” (2025): a esperança de um futuro melhor para a DC
“Mission: Impossible — The Final Reckoning”: Adeus, Agente Hunt
*contém spoilers ligeiros* Escrever uma crítica não seria considerado uma missão impossível, mas tentar explicar a conclusão de uma saga de quase trinta anos, sim. Mission: Impossible — The Final Reckoning chega aos cinemas portugueses neste dia 22 de maio e é o oitavo e último filme desta longa história. Se não pode ou não… Continue lendo “Mission: Impossible — The Final Reckoning”: Adeus, Agente Hunt
“Babygirl”: a insatisfação não é apenas de Kidman
25 anos após o icónico Eyes Wide Shut (1999), Nicole Kidman agracia-nos com mais um perturbador filme natalício, se é que o podemos assim chamar. Babygirl é a mais recente longa de Halina Reijn e conta a história de uma CEO chamada Romy (Nicole Kidman) que tem um tórrido caso com um estagiário, Samuel (Harris… Continue lendo “Babygirl”: a insatisfação não é apenas de Kidman
“Arrabalde”: A arte do povo
"We’re talking solidarity with students and workers. You’re talking dolly shots and close-ups; you’re assholes." (Jean-Luc Gordard) Com sessões especiais organizadas pela CINETOSCÓPIO nos dias 26, 27 e 29, no Cinema Fernando Lopes, Cinema City Alvalade e Casa do Cinema de Coimbra, respetivamente, Frederico Serpa apresenta a sua primeira longa, uma que transcende géneros e… Continue lendo “Arrabalde”: A arte do povo